Programa Cata Forte III: gestores avaliam ações e desenvolvimento

Programa Cata Forte III: gestores avaliam ações e desenvolvimento

Conselho Gestor fez uma avaliação clínica do andamento, resultados e ações do programa até o momento atual (Fotos: Samuel Ferreira)

Samuel Ferreira

O Conselho Gestor da Rede Cata Sampa se reuniu, nesta sexta-feira (10), com catadores, coordenadores e técnicos envolvidos com o Programa Cata Forte III, a fim de fazer uma ampla avaliação do andamento do mesmo junto às cooperativas de reciclagem contempladas e suas respectivas ações.

Na rodada de discussão – que teve início no período da manhã e se estendeu até o final da tarde – foi apresentada por Sandra de Melo Sampaio (coordenadora) a necessidade de nivelamento das informações relacionadas ao andamento das aquisições de equipamentos para as cooperativas junto a FUNASA (Fundação Nacional de Saúde), uma das entidades parceiras no projeto.

Assim como a colega, o gestor Eduardo Ferreira de Paula e o técnico Carlos Oliveira colocaram em pauta os principais pontos para discussão, dentre eles a busca de ações inteligentes e bom planejamento para o pleno desenvolvimento dos trabalhos.

Desdobramento do Plano de Negócios, contratação de equipe e metodologia a ser trabalhada, bem como a necessidade de atenção voltada a uma gestão mais participativa, também integraram os temas expostos no encontro.

SOBRE O PROGRAMA CATA FORTE

Fruto de reivindicações e negociações do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) junto ao Governo Federal, o programa, denominado CATA FORTE – Negócios Sustentáveis em Redes Solidárias, visa o fortalecimento do associativismo e cooperativismo dos catadores de materiais recicláveis.

Lançado em 2007, com sucesso nas edições anteriores, o programa abrange desde a organização das cooperativas até a atuação das mesmas em redes de comercialização e logística, com ênfase na aquisição de veículos para a realização de coleta, transporte e comercialização de materiais recicláveis, bem como máquinas e equipamentos básicos de infraestrutura.

A tecnologia das redes de economia solidária constitui um importante fator para inserção dessas no mercado da reciclagem, de maneira sustentável, buscando a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

O programa congrega diversos órgãos, que participam da mesma iniciativa, os quais são: Secretaria Geral da Presidência da República; Ministério do Meio Ambiente; Ministério do Trabalho e Emprego; Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), do Ministério da Saúde; Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social; Banco do Brasil; Fundação Banco do Brasil e Petrobras.

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Gestores discutem e juntos, buscam medidas de aperfeiçoamento interno do programa e suas vertentes

 

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Eduardo e Sandra exortam a busca de apoio à força transformadora do programa junto aos empreendimentos de economia solidária

 

Sucesso nas edições anteriores do programa motiva os agentes socioambientais a discutirem as melhores formas de trabalho e ações